Métodos anticoncepcionais mecânicos
ou de barreira
São aqueles que oferecem uma barreira entre o espermatozóide
e o óvulo, ou até mesmo, após a fertilização
e antes de haver o implante.
É um método anticoncepcional muito eficiente quando usado corretamente. Nestes casos, após a ejaculação, o sêmen irá ser retido no condom, sem ir se depositar na vagina.
É um revestimento feito de colágeno ou borracha.
Antes mesmo de colocar o pênis na vagina, deve ser colocado a camisinha para não haver o contato da vagina com possíveis espermatozóides das secreções uretrais do homem. A camisinha é colocada com o pênis ereto, deixando um espaço na ponta de 0,5 a 1 cm., para que, ao ocorrer a ejaculação, o sêmen tenha onde se acumular, impedindo assim uma provável ruptura da camisinha. Esta deve ser retirada após a ejaculação, quando o pênis se torna flácido. É preciso tomar cuidado e segurar bem a extremidade da camisinha próxima a base do pênis ao retirá-lo da vagina, para que o sêmen ali contido não acabe entrando e contato com a vagina.
O diafragma é feito de uma borracha mais espessa que o condom, porém suas bordas são elásticas para que ele possa ser introduzido no canal vaginal. Tal introdução é feita através do dedo ou de um introdutor mecânico.
É um método eficaz, principalmente, quando usado com um método espermicida, como geléias e cremes.
O princípio é de que, quando introduzido corretamente, o diafragma cobre todo o colo uterino, impedindo a entrada de espermatozóides.
Esponja anticoncepcional
A esponja é bastante parecida com o diafragma na medida em que tampa o orifício cervical, impedindo que haja a passagem dos espermatozóides.
Além disso, ela possui propriedades espermicidas por possuir uma substância espermicida e, também, absorve o líquido seminal.
DIU (Dispositivo intra-uterino)
O DIU é colocado no interior do útero com a finalidade de evitar a concepção. Geralmente é uma estrutura plástica, envolvida por um filamento de cobre. Este filamento possui uma ação grande sobre o controle da concepção, pois é através dele que são liberados os sais de cobre de ação espermaticida, ou seja, que irão matar os espermatozóides, que entraram no útero após o contato sexual. Assim, os espermatozóides não conseguem subir até as trompas, impedindo a fecundação do óvulo.
A eficácia do DIU leva em consideração a quantidade de cobre existente, e o tempo que ficará no útero depende de cada tipo.
O DIU deve ser colocado, se possível, durante a menstruação,
que é quando o colo do útero fica mais amolecido e mais dilatado,
facilitando, assim, a introdução do DIU, além de se
ter a certeza que a mulher não está grávida. Ele também
pode ser introduzido na 6a semana pós-parto, pois, apesar
da mulher ainda não está menstruando, o colo uterino estará
amolecido. Mas isso só é possível se a mulher não
tiver recomeçado sua vida sexual.